Eu aposto que se você colocar a música no último volume, vai perceber que isso não muda nada. Mas vamos balançar tudo e abalar esse lugar, porque nós podemos tudo. E eu estou nesse caminho pra conquistar algum respeito.Essa é o que a música ... To Be Loved do Papa Roach passa.

O dia demorou pra passar hoje. As horas se tornam cada dia mais demoradas e eu me sinto sufocada pela maldita distância. Pela maldita vontade de querer te sentir junto a mim. :x
Enfim, não quero falar de nada dos últimos dias. Estou vegetando. Com uma dor nas costas que não passa por nada e com um sono que não é meu.
Sabe, às vezes você pode querer muito estar com alguém que isso acaba se tornando uma obsessão. Não paro mais pra pensar nas coisas como antes. Às vezes eu leio as coisas que eu escrevo, as fotos que eu tiro/tirei, as coisas que falo/falei. A forma como hajo/agi e só consigo perceber que tudo com o tempo muda. Num dia somos crianças e no outro, quando menos esperamos, se não aproveitarmos, iremos estar colocando nossas dentaduras num copo com água. Talvez eu não seja mais aquela menina triste que todo mundo conheceu, mas eu também não sou aquela pessoa que está o tempo todo feliz como todo mundo acha.
Pode parecer loucura, mas não há nada que faça com que certas coisas saiam da minha cabeça. Não há nada que me faça imaginar que o tempo vale a pena ser esperado, que ele é quem deve fazer as coisas por nós, ele quem decide o nosso futuro. Não há nada que me faça deixar as coisas tomarem o rumo que elas devem ter, porque eu simplesmente tenho medo do rumo que elas podem tomar.
Quando eu fecho os olhos eu imagino imagens de um futuro que talvez não se realize, mas que idealizo. Projeto imagens de um passado que não sei se são reais ou não. Imagens de um passado que eu não sei se vivi ou se inventei. :s
Às vezes, deito-me ao chão e fico olhando o céu por horas lembrando de várias coisas que se passaram, várias coisas que já fiz e só vejo que de nenhuma delas eu me arrependo. E muitas, eu faria de novo sem medo. Porque mesmo que elas tenham me machucado um dia, eu aprendi com elas. Pude ver que a vida não se resumia ao meu mundo e que o que tinha lá fora era bem maior do que eu esperava.
Tu não sabes como é ruim sempre estar na mesma. Sempre pensar na mesma coisa. O medo não é a maior coisa que me domina agora. A maior coisa que me domina é algo que eu ainda não descobri o nome. Não é amor, não é ódio, não é felicidade; nem mesmo tristeza. É, como eu disse, algo que ainda não descobri o nome, mas, que de alguma forma, faz com que eu sempre pare e pense em tudo o que geralmente não pensaria.
Todas as pessoas que magoei, todas as pessoas que eu deixei para trás, todas as pessoas que em algum momento eu abandonei mesmo que não percebesse, todas as pessoas que sempre estiveram comigo e eu nunca percebi. Acho que eu já passei da fase de brincar de ser feliz. Já passei da fase de amores platônicos, da fase das inconstâncias... Passei de todas essas fases que fazem com que se sinta ninguém por alguns segundos.
Quando eu estou aqui, sozinha, no escuro, eu posso perceber que o mundo que eu planejei, que eu esperei, não é bem assim como eu queria. Quando a única luz que reflete no meu rosto é a do monitor, só posso pensar em fazer com que as coisas mudem, mas não sei uma forma de fazer isso. Não sei por onde começar.
Queria ter menos dúvidas, menos incertezas, menos momentos onde tudo o que eu pensasse era em como seria a vida se algumas coisas não acontecessem, se alguns sentimentos não existissem, se algumas pessoas eu não conhecesse. Enfim, tudo isso é só um detalhe.

Quando menos esperamos estaremos aqui de novo. Ajoelhados e pedindo perdão. Tentando fazer com que as coisas melhorem. Fazer com que tudo o que sonhamos se torne realidade. Fazer, enfim, com que tudo o que queremos se torne real e não mais um monte de planos.
Bom, chega né. Vou parar por aqui. O Jeff está a coisa mais fofa nessa foto *-* e, falando neles... Faltam 17 dias pro aniversário do Pierre. *-* (^)
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